Ser feliz no trabalho é meio caminho andado para o sucesso. Um profissional satisfeito tem muito mais chances de ser bem sucedido.
Apesar de o retorno financeiro não ser o número um da lista de coisas que é preciso considerar ao escolher uma profissão, saber quais são as perspectivas de remuneração, além dos campos de atuação, ajuda a não se frustrar com as suas escolhas.
Especialistas da área de Recursos Humanos alertam que é preciso respeitar os interesses e aptidões de cada pessoa, pois é isso que torna o profissional bom no que ele faz.
Se possível, antes de escolher a sua carreira, ou mudar de área, vale passar por uma análise vocacional, dessa maneira, fica até mais fácil saber qual é a sua área de atuação mais promissora.
Profissão
Escolher uma pode ser uma das primeiras grandes escolhas da vida. Ainda que não exista fórmula pronta para o acerto, para o sucesso ou para a felicidade, algumas estratégias podem ajudar quem está na fase de escolher uma profissão ou mesmo quem está buscando um novo rumo profissional.
Para tomar uma decisão da maneira mais acertada é preciso informação. Por isso, o psicoterapeuta Leo Fraiman, especializado em orientação profissional e gestão de carreiras, recomenda ler muito sobre as carreiras que lhe interessam, pesquisar em livros, revistas e sites, visitar faculdades, conversar com professores e alunos, assistir aulas, entre outras ações.
“É aconselhável buscar mais de uma fonte, pois você pode achar alguém em um momento de desilusão com a profissão, assim como também pode encontrar um entusiasta que a exalte excessivamente”, ressalta Fraiman.
Mas, afinal, o que deve ser levado em consideração: satisfação pessoal ou sucesso financeiro? De acordo com Emerson Dias, não é possível desvincular uma coisa de outra.
“Parto da máxima que não se vive de dinheiro, mas também não se vive sem ele. Combinar os dois seria ótimo, se não puder, você vai ter que optar por um deles, então é preciso pensar seriamente sobre qual escolha trará mais conforto: o bolso ou o coração”, afirma Emerson.
Para o psicoterapeuta Leo Fraiman, a dúvida que ultrapassa gerações, entre fazer o que traz prazer e o que gera dinheiro, pode remeter a outra questão: qual a chance de se obter sucesso sem gostar do que se faz?
“Se pensarmos que uma pessoa passa 8, 10, 12 ou até mesmo 14 horas diárias se dedicando à sua carreira, como é possível que ela se motive a passar no vestibular, a se destacar em sua faculdade, a querer fazer uma pós-graduação para aprofundar seus estudos, sem gostar do que está fazendo?”, indaga Fraiman.
O especialista explica que, sem um propósito, essa pessoa não buscará ser um profissional diferenciado. “Precisamos de bons profissionais e de gente comprometida, que gosta do que faz, que trabalha da melhor forma possível e que sente uma profunda gratidão pela vida”, diz.
Escolheu uma profissão que o desagrada e quer lagar o trabalho para tentar outra carreira? Hoje em dia, as carreiras são múltiplas, de tempos em tempos surgem novas profissões e com certeza novos interesses, se a escolha não está rendendo os frutos desejados, mudar pode ser uma alternativa.
Em primeiro lugar, o coach Emerson Dias recomenda investigar as causas dessa frustração, pode ser o trabalho, pode ser o chefe, os colegas, o local, a empresa, enfim, ou até mesmo cansaço, algo que com umas boas férias poderia ser resolvido.
Depois de conhecer as causas, o próximo passo é construir um caminho para resolver a insatisfação. Muitas vezes pequenos ajustes já trazem de volta o brilho no ar. Caso contrário, seguir um movo rumo pode ser uma opção. “Nessa hora, é preciso pesar prós e contras, avaliar a situação familiar e financeira, e planejar a transição”, conclui Emerson.
E saia na Frente.
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